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Dificuldade: média

A União Europeia tem vindo a colocar o tema das cidades inteligentes (smart cities) na agenda política, nomeadamente, com a Estratégia Europa 2020 para um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo. O índice de cidades inteligentes resulta das pontuações atribuídas às cinco dimensões de análise: governação, sustentabilidade, inclusão, inovação e conectividade, cujos indicadores foram normalizados numa escala de 0 a 10 (em que o «0» corresponde ao valor mínimo e o «10» corresponde ao valor máximo).

Fonte: Índice de Cidades Inteligentes – Portugal, INTELI – Inteligência em Inovação,
Centro de Inovação, Lisboa, 2012, pp. 12, 20 (adaptado)

Nota - Neste estudo, incluem-se aglomerados urbanos que não têm oficialmente o estatuto de cidade.

Questão:

«A política POLIS XXI possibilita, do ponto de vista urbanístico, a regeneração do tecido urbano das cidades médias e, dessa forma, contribui para reforçar a posição hierárquica dessas cidades.» Esta afirmação é

Fonte: Exame Geografia A - 2016, 2ª Fase - Grupo 3 Exercício 6
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(A) verdadeira, porque a requalificação do espaço público garante o aumento demográfico sustentado.
(B) falsa, porque essa política não contempla a reabilitação de infraestruturas e equipamentos urbanos.
(C) falsa, porque as intervenções urbanísticas não interferem diretamente na hierarquia da rede urbana.
(D) verdadeira, porque a reabilitação das áreas degradadas rentabiliza os equipamentos existentes.


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