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Em Portugal, nas duas últimas décadas, os agregados domésticos privados registaram mudanças significativas, quer no número de pessoas que os constituem quer no tipo de família.
A Figura 1A representa a percentagem de agregados domésticos privados com o máximo de duas pessoas por NUTS III, em 2021, e a Figura 1B representa os agregados domésticos privados por dimensão, em Portugal continental, em 2011 e em 2021.
Nota: Agregado doméstico privado - conjunto de pessoas, com ou sem laços de parentesco entre si, que residem no mesmo alojamento e cujas despesas fundamentais são suportadas conjuntamente.
Questão:
Segundo o Inquérito à Fecundidade realizado em Portugal, pelo INE, em 2019, uma em cada dez pessoas no período fértil declarou não ter filhos nem esperar vir a ter. As respostas mais frequentes, mencionadas por mais de 70% dos inquiridos, referiam-se à falta de «vontade da/o própria/o» e a «não fazer parte do projeto de vida», associadas, em ambos os casos, a receios de natureza ambiental e económica quanto ao que as gerações vindouras terão de enfrentar, à influência social, relacionada com a partilha de experiências entre amigos, familiares e colegas, e à desigualdade na partilha de responsabilidades parentais. O motivo financeiro é apontado por uma menor percentagem de inquiridos, surgindo em 5.º lugar.
Considerando as razões que estão na génese das respostas mais frequentes referidas no inquérito, as duas medidas natalistas que podem contribuir para o aumento da dimensão do agregado doméstico privado devem incidir
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