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Dificuldade: média

Em Portugal, nas duas últimas décadas, os agregados domésticos privados registaram mudanças significativas, quer no número de pessoas que os constituem quer no tipo de família.

A Figura 1A representa a percentagem de agregados domésticos privados com o máximo de duas pessoas por NUTS III, em 2021, e a Figura 1B representa os agregados domésticos privados por dimensão, em Portugal continental, em 2011 e em 2021.

Nota: Agregado doméstico privado - conjunto de pessoas, com ou sem laços de parentesco entre si, que residem no mesmo alojamento e cujas despesas fundamentais são suportadas conjuntamente.

Fonte: https://smi.ine.pt (consultado em outubro de 2022). (Texto adaptado)

Questão:

Segundo o Inquérito à Fecundidade realizado em Portugal, pelo INE, em 2019, uma em cada dez pessoas no período fértil declarou não ter filhos nem esperar vir a ter. As respostas mais frequentes, mencionadas por mais de 70% dos inquiridos, referiam-se à falta de «vontade da/o própria/o» e a «não fazer parte do projeto de vida», associadas, em ambos os casos, a receios de natureza ambiental e económica quanto ao que as gerações vindouras terão de enfrentar, à influência social, relacionada com a partilha de experiências entre amigos, familiares e colegas, e à desigualdade na partilha de responsabilidades parentais. O motivo financeiro é apontado por uma menor percentagem de inquiridos, surgindo em 5.º lugar.

Fonte: INE, Inquérito à Fecundidade – 2019, Lisboa, INE, I.P., 2021, pp. 12-18, in www.ine.pt (consultado em novembro de 2022). (Texto adaptado)

Considerando as razões que estão na génese das respostas mais frequentes referidas no inquérito, as duas medidas natalistas que podem contribuir para o aumento da dimensão do agregado doméstico privado devem incidir

Fonte: Exame Geografia A - 2023, 1ª Fase - Grupo 1 Exercício 1.4
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(A) na educação dos jovens para a valorização da paridade na vida familiar e na redução do custo dos títulos de viagem para famílias numerosas.
(B) na atribuição de apoio financeiro ao arrendamento para jovens estudantes e na flexibilidade das condições de trabalho.
(C) na atribuição de apoio financeiro ao arrendamento para jovens estudantes e na redução do custo de títulos de viagem para famílias numerosas.
(D) na educação dos jovens para a valorização da paridade na vida familiar e na flexibilidade das condições de trabalho.


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